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guitarrista de cabelo comprido cantando e tocando guitarra em formato V em um palco com fumaça e holofotes
REVIEWS REVIEW Publicado Nov. 2026 · 18 min de leitura

Gibson Flying V 70s: Review, Preço e Alternativas em 2026

Gibson Flying V 70s por cerca de R$ 41 mil: ficha, som, conforto e as alternativas da Epiphone, Jackson e Strinberg de R$ 1.911 a R$ 11.065.

Veredito rápido: a Gibson Flying V 70s é a guitarra mais ousada do catálogo da marca: mogno, laca de nitrocelulose, braço SlimTaper e dois humbuckers 70s Tribute, com estojo rígido, por cerca de R$ 41.166 no Mercado Livre. Vale a pena se você quer a Flying V original e tem o orçamento. Se o objetivo é o formato e o som de hard rock, a Epiphone Flying V (R$ 11.065), a Jackson King V JS32T (R$ 3.670) e a Strinberg FVS-450 (R$ 1.911) entregam o visual por uma fração do preço.

Comparativo rápido: Gibson Flying V 70s e as alternativas

Quanto custa ter uma V de verdade, e quanto custa ter só o formato? A tabela coloca a Flying V ao lado de três opções reais do Mercado Livre, com preços conferidos em 02/11/2026. Todas têm corte em V e dois humbuckers; o que muda é a madeira, a escala, o país de origem e o tamanho do rombo na conta.

# MODELO CORPO / BRAÇO PREÇO MÉDIO VEREDITO VER PREÇO
1 Gibson Flying V 70s Antique Natural Mogno · set-in · 628,65 mm R$ 41.166 A ORIGINAL Ver preço →
2 Epiphone Flying V Ebony Mogno · 628,65 mm · ProBucker R$ 11.065 MAIS PRÓXIMA Ver preço →
3 Jackson King V JS32T Choupo · bolt-on · 648 mm · 24 trastes R$ 3.670 PARA METAL Ver preço →
4 Strinberg FVS-450 Poplar · bolt-on · 648 mm · 24 trastes R$ 1.911 MAIS BARATA Ver preço →

🎸 Top Picks — Escolha Rápida

🏆 TOP PICK
Flying V 70s Antique Natural
Estojo rígido incluso · R$ 41.166
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MELHOR ALTERNATIVA
Epiphone Flying V Ebony
Mogno e escala de 628,65 mm · R$ 11.065
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PARA RIFFS PESADOS
Jackson King V JS32T
24 trastes e humbuckers de alta saída · R$ 3.670
🛒 Ver Preço
ENTRADA NO FORMATO
Strinberg FVS-450
V nacional com 24 trastes · R$ 1.911
🛒 Ver Preço

Gibson Flying V 70s e as 3 alternativas que valem o clique

Cada card traz ficha, preço e o que eu olharia antes de fechar. Nenhum dos quatro anúncios tinha avaliações de compradores no dia da consulta, então a decisão pesa mais na ficha e na reputação do vendedor do que em estrelas. Preço muda com promoção; confirme no botão. Quem ainda compara marcas pode passar antes pelo guia da guitarra Gibson, que cobre Les Paul, SG e ES-335.

01
Flying V 70s Antique Natural (a Gibson Flying V original)
MOGNO · LACA DE NITROCELULOSE · BRAÇO SLIMTAPER · HUMBUCKERS 70S TRIBUTE · ESTOJO RÍGIDO
FORMATO
Flying V · destro · fabricada nos EUA
CORPO
Mogno · laca de nitrocelulose brilhante
BRAÇO E ESCALA
Mogno SlimTaper · rosewood · 628,65 mm
CAPTADORES
2 humbuckers 70s Tribute
PONTE
Nashville tune-o-matic + stop bar
PREÇO ATUAL
R$ 41.166 (lista R$ 44.746)

A Flying V 70s resgata o desenho da década de 1970: corpo e braço de mogno, braço colado (set-in), escala de rosewood com 22 trastes medium jumbo, raio de 12 polegadas e pestana Graph Tech de 43,05 mm. Os dois humbuckers 70s Tribute são ligados à mão aos capacitores Orange Drop, e o conjunto vem com tarraxas Grover Rotomatic, ferragens cromadas, cabeça combinando com o corpo e estojo rígido. No dia da consulta, o anúncio custava R$ 41.166 (preço de lista de R$ 44.746) e indicava a última unidade em estoque.

Não há estrelas de compradores nesse anúncio, o que é normal para um produto desse preço. Compre de vendedor com nota de reputação alta, peça nota fiscal e confira o número de série na chegada. É uma guitarra de colecionador e de palco, não de estreia.

✔ Prós
  • ✔ Visual e história inconfundíveis
  • ✔ Mogno e laca de nitrocelulose
  • ✔ Estojo rígido incluso
  • ✔ Braço SlimTaper rápido e confortável
✘ Contras
  • ✘ Preço perto de R$ 41 mil
  • ✘ Difícil de tocar sentado sem prática
  • ✘ Sem avaliações no anúncio
02
Epiphone Flying V Ebony (a V de marca Gibson mais próxima)
EPIPHONE · MOGNO · 628,65 MM · PROBUCKER 2 E 3 · 22 TRASTES
FORMATO
Flying V · destro · cor Ebony
CORPO
Mogno · acabamento brilhante
BRAÇO E ESCALA
Mogno · 628,65 mm · 22 trastes
CAPTADORES
ProBucker 2 e ProBucker 3
DIAPASÃO
Figueira-benjamim (laurel)
PREÇO ATUAL
R$ 11.065

A Epiphone Flying V é o caminho clássico para quem quer o formato Gibson sem pagar preço de Gibson. A ficha do anúncio traz corpo de mogno, braço de mogno, escala de 628,65 mm (a mesma da Gibson), 22 trastes medium jumbo e dois humbuckers ProBucker, o captador que a Epiphone usa na linha inspirada na Gibson. O diapasão é de figueira-benjamim, madeira mais clara e mais barata que o rosewood.

Um alerta de ficha: o anúncio informa origem “Estados Unidos”, o que não combina com a linha Epiphone, fabricada na Ásia. Confirme com o vendedor. E repare no preço de R$ 11.065: outros anúncios Epiphone V apareciam bem mais baratos (um deles, que cita fabricação coreana, por cerca de R$ 7.000), então compare antes de pagar.

✔ Prós
  • ✔ Mesma escala e mesmo formato da Gibson
  • ✔ Mogno no corpo e no braço
  • ✔ Visual idêntico no palco
  • ✔ Marca com tradição no formato
✘ Contras
  • ✘ Preço alto neste anúncio específico
  • ✘ Ficha com origem duvidosa
  • ✘ Sem avaliações no anúncio
03
Jackson King V JS32T (a V do metal, com 24 trastes)
JACKSON JS SERIES · CHOUPO · BOLT-ON · HUMBUCKERS DE ALTA SAÍDA · 24 TRASTES
FORMATO
King V · destro · fabricada na China
CORPO
Choupo · acabamento brilhante
BRAÇO E ESCALA
Bordo bolt-on · 648 mm · 24 trastes
CAPTADORES
2 humbuckers Jackson de alta saída
PONTE
Tune-o-matic fixa · sem alavanca
PREÇO ATUAL
R$ 3.670

O Jackson King V não é uma Flying V, e vale entender a diferença. As asas são mais longas, finas e assimétricas, o desenho é agressivo e a proposta é metal e hard rock pesado. A ficha do anúncio informa corpo de choupo, braço de bordo parafusado, diapasão de amaranto, 24 trastes jumbo, escala de 648 mm (25,5 polegadas), dois humbuckers de alta saída, ponte tune-o-matic fixa e chave de três posições.

Em comparação com a Gibson Flying V, a escala é mais longa (cordas mais tensas), o braço é colado de outro jeito (bolt-on) e a madeira é mais leve. Em troca, o preço cai para menos de um décimo, e você ganha dois trastes extras para solos agudos.

✔ Prós
  • ✔ 24 trastes para solos agudos
  • ✔ Humbuckers de alta saída para ganho alto
  • ✔ Preço bem abaixo das V de marca Gibson
  • ✔ Ponte fixa estável
✘ Contras
  • ✘ Escala longa de 648 mm exige adaptação
  • ✘ Choupo soa menos cheio que mogno
  • ✘ Sem avaliações no anúncio
04
Strinberg FVS-450 (a Flying V nacional mais barata)
STRINBERG · POPLAR · BOLT-ON · 24 TRASTES · 2 HUMBUCKERS · PONTE FIXA
FORMATO
Flying V · destro
CORPO
Poplar
BRAÇO E ESCALA
Maple bolt-on · 648 mm · 24 trastes
CAPTADORES
2 humbuckers passivos
PONTE
Tune-o-matic fixa
PREÇO ATUAL
R$ 1.911

A Strinberg FVS-450 é a porta de entrada para quem só quer saber como é tocar numa V. Corpo de poplar, braço de maple parafusado, 24 trastes, dois humbuckers passivos e ponte fixa. É leve, tem boa regulagem de fábrica e custa o preço de um pedal. O texto completo está na nossa review da Strinberg FVS-450.

Ela não vai soar como uma Gibson, e ninguém deveria prometer isso. Serve para ensaio, para descobrir se o formato combina com você e para quem toca em pé. Se a V virar paixão, a Epiphone é o próximo passo.

✔ Prós
  • ✔ Preço mais baixo da lista
  • ✔ Corpo leve de poplar
  • ✔ 24 trastes
  • ✔ Review completa no site
✘ Contras
  • ✘ Acabamento e captadores simples
  • ✘ Sem a sustentação do mogno
  • ✘ Anúncio sem avaliações

O que é a Flying V e por que ela virou lenda

Quem olha uma Gibson Flying V pela primeira vez costuma ter a mesma reação: parece um erro de design. Duas asas abertas, sem curva de cintura, e mesmo assim a guitarra virou um dos símbolos do rock. A Gibson lançou a Flying V em 1958, junto com a Explorer, como parte de uma aposta moderna em madeira korina. O público achou estranho, a produção parou com menos de cem unidades vendidas e o formato só voltou ao catálogo nos anos 1960, desta vez em mogno.

O que salvou a Flying V foram os guitarristas. Albert King fez do formato a marca do blues elétrico, Jimi Hendrix pintou a dele com desenhos psicodélicos, e Michael Schenker a transformou em ícone do hard rock europeu. Hoje até a Epiphone vende um modelo com a assinatura de Dave Mustaine. Para ver onde o formato entra na história, leia as 15 guitarras que marcaram a história do rock e a lista dos maiores guitarristas da história.

A Gibson Flying V 70s deste review é uma releitura do modelo da década de 1970: mogno no corpo e no braço, acabamento antique natural, cabeça combinando com o corpo e ferragens cromadas. Se você ainda está decidindo entre formatos, o guia Flying V: prós e contras para iniciantes mostra o que o corte em V muda no dia a dia.

guitarrista de cabelo comprido cantando e tocando guitarra em formato V em um palco com fumaça e holofotes
A silhueta em V domina o palco: foi para isso que a Flying V nasceu (foto ilustrativa de show de metal).

Ficha técnica da Gibson Flying V 70s, item por item

A ficha abaixo vem da descrição do anúncio no Mercado Livre, conferida em 02/11/2026. Quando a Gibson muda uma especificação entre lotes, a ficha do vendedor pode ficar para trás, então use a tabela como roteiro de conferência, não como garantia.

ITEMGIBSON FLYING V 70S
CorpoMogno, laca de nitrocelulose brilhante
BraçoMogno, perfil SlimTaper
EscalaRosewood · 628,65 mm · raio de 12 polegadas
Trastes22 medium jumbo · marcação em pontos acrílicos
PestanaGraph Tech · 43,05 mm
Captadores2 humbuckers 70s Tribute
Controles2 volumes, 1 tone, chave de 3 posições
PonteAlumínio Nashville tune-o-matic + stop bar de alumínio
TarraxasGrover Rotomatic com botões kidney
Cordas e estojo.010 a .046 · estojo rígido

Dois números merecem atenção. A escala de 628,65 mm (24,75 polegadas) é a mesma das Les Paul e deixa as cordas mais folgadas que as de uma Stratocaster, o que ajuda em bends. E a pestana de 43,05 mm é larga o bastante para acordes abertos sem aperto, mas ainda confortável para quem tem mão média.

Captadores 70s Tribute: o som da Flying V

O som de uma Gibson Flying V começa no mogno e termina no captador. Os dois humbuckers 70s Tribute são captadores de saída moderada, pensados para soar quentes e articulados, sem a compressão dos modelos de alta saída. Ligados aos capacitores Orange Drop, mantêm o brilho quando você abaixa o tone, um detalhe que muita gente só nota depois de comparar com uma guitarra barata.

Na prática, o captador da ponte entrega riffs com mordida e o do braço dá solos redondos, e a chave de três posições combina os dois. Se você ainda se confunde com os termos, o texto sobre single coil e humbucker explica o essencial, e a comparação entre captador ativo e passivo mostra por que a Gibson mantém o passivo em quase todo o catálogo.

close de um captador humbucker cromado com a marca Roswell sobre uma guitarra sunburst
Humbucker cromado em close (foto ilustrativa): o tipo de captador que a Gibson Flying V 70s usa.

Ponte tune-o-matic, stop bar e afinação

A Flying V não tem alavanca. A ponte é a clássica Nashville tune-o-matic com stop bar de alumínio, o mesmo sistema das Les Paul, e o resultado é afinação muito estável: depois de trocar as cordas e esticá-las, a guitarra tende a ficar afinada por dias. As tarraxas Grover Rotomatic ajudam, porque a relação de transmissão é precisa e segura a afinação em dobras longas.

O preço dessa estabilidade é abrir mão do tremolo. Quem quer dive bombs deveria olhar outras guitarras, como a Stratocaster da linha guitarra Fender. Se a ponte apertar, o roteiro de regulagem de guitarra ensina a ajustar altura e oitava sem ferramenta cara.

close de uma ponte tune-o-matic com stop bar sobre tampo de madeira flamed e botões de controle
Tune-o-matic com stop bar em um corpo de mogno (foto ilustrativa): é o sistema da Gibson Flying V também.

Como é tocar sentado e em pé com uma Flying V

A pergunta que mais trava a compra é prática: dá para tocar uma Gibson Flying V sentado? Dá, mas com adaptação. O corte em V não tem cintura, então a guitarra não se apoia na perna como uma Les Paul. A solução é encaixar o vão do V na coxa ou prender a guitarra com a correia mesmo sentado. Em pé, a história muda por completo: as asas ficam longe do corpo, o peso se distribui bem e a postura de palco é natural.

Duas coisas ajudam muito. A primeira é uma correia boa, preferencialmente larga e com trava, porque a Flying V não perdoa um botão frouxo. A segunda é um suporte próprio, já que a maioria dos suportes comuns não encaixa nas asas. E o estojo? Vem incluso nesta Gibson, e isso economiza uns bons reais, porque estojos de formato V custam caro avulsos.

jovem de cabelo loiro segurando uma guitarra branca em formato V em frente a um tecido estampado
Segurar uma V pela primeira vez exige adaptação (foto ilustrativa de uma guitarra King V branca).

Som e estilos: hard rock, blues e metal na Flying V

Que som se espera de uma Gibson Flying V? O mogno dá médios cheios e graves controlados, e o resultado combina com hard rock, rock clássico e blues elétrico. Com o drive no ponto, os acordes têm corpo e as notas soltas ganham sustentação longa. No limpo, o som é redondo e quente, sem aspereza.

E o metal? Funciona, mas com ressalva: os humbuckers 70s Tribute são de saída moderada, então um timbre de metal moderno pede pedal de ganho ou amplificador com drive forte. Para riffs de metal extremo, a Jackson King V ou uma guitarra de captadores de alta saída costuma encaixar melhor. Se está montando o som, comece pelos guias pedal de distorção ou overdrive e melhores pedais de distorção.

banda de rock tocando em um palco com holofotes dourados, faíscas, guitarrista, baixista e baterista
Hard rock pede palco, volume e pose (foto ilustrativa): é onde a Flying V se sente em casa.

Amplificador e pedais para a Gibson Flying V

Gastar R$ 41 mil numa guitarra e ligá-la num amplificador de ensaio seria desperdício. A Flying V responde melhor a um combo valvulado ou a um transistorizado de boa qualidade, com canal limpo decente e ganho que não esfarele. O guia amplificador valvulado ou transistorizado ajuda a decidir, e a lista de melhores amplificadores de guitarra mostra opções por faixa de preço.

Para o dia a dia, um cabo de qualidade evita ruído, e um cabo de guitarra bem escolhido custa pouco perto do preço da guitarra. Um wah, um chorus ou um delay entram depois: veja a ordem correta dos pedais antes de montar a pedalboard.

guitarra preta estilo Les Paul ao lado de um combo de amplificador sobre fundo escuro
Guitarra e combo lado a lado (foto ilustrativa): a combinação mais simples para tirar o som de uma Gibson Flying V.

Gibson Flying V ou Epiphone, Jackson e Strinberg?

Chegamos à pergunta de R$ 30 mil: quanto da Flying V você realmente ouve e sente? A diferença está em madeira e acabamento (mogno com nitrocelulose contra mogno com acabamento brilhante comum), no captador e no controle de qualidade, não no formato. A Epiphone Flying V é a escolha de quem quer o mesmo desenho e a mesma escala por menos. A Jackson King V mira o metal. A Strinberg FVS-450 é a porta de entrada.

Para comparar marcas com mais calma, abra os guias de guitarra Epiphone, guitarra Jackson e guitarra SG. Se estiver em dúvida entre gastar muito ou pouco, o texto guitarra barata vs premium mostra o que o dinheiro a mais compra.

guitarrista de camiseta preta tocando uma guitarra metálica em um show em preto e branco
Guitarrista ao vivo (foto ilustrativa): no palco, o formato conta tanto quanto a marca.

Vale comprar uma Gibson Flying V usada?

Uma Flying V usada pode aparecer com bom desconto, e as guitarras Gibson em geral seguram bem o valor. O cuidado é conferir o braço (empenamento e trastes), o acabamento de nitrocelulose (que racha com mudança brusca de temperatura) e se o estojo é o original. Se for arriscar, siga o roteiro do guia guitarra usada vale a pena e peça vídeo da guitarra ligada. Nova, com garantia e estojo, a 70s deste review é a escolha mais tranquila.

Veredito: vale a pena comprar a Gibson Flying V 70s?

Vale, desde que a Flying V seja desejo de verdade e o orçamento aguente. A Flying V 70s entrega mogno, nitrocelulose, braço SlimTaper e estojo rígido, e o preço de R$ 41.166 reflete o nome e a fabricação nos Estados Unidos. Os pontos fracos são o valor, a adaptação para tocar sentado e a ausência de avaliações no anúncio.

Se eu estivesse comprando hoje com orçamento folgado, ficaria com a Gibson Flying V 70s. Com orçamento de até R$ 12 mil, a Epiphone Flying V (confira o preço do anúncio). Para metal, a Jackson King V JS32T, por R$ 3.670. E para só testar o formato, a Strinberg FVS-450, por R$ 1.911.

🎸
Qual V eu compraria hoje?

Para colecionar e tocar a vida inteira, a Flying V 70s. Para ter o desenho com escala igual por menos, a Epiphone Flying V. Para riffs pesados, a Jackson King V.
⚡ Pronto para escolher?
Confira o preço atualizado antes de decidir: estoque e promoção no Mercado Livre mudam rápido.

Perguntas frequentes

A Gibson Flying V é boa?
É boa, e uma das guitarras mais icônicas do catálogo. A Flying V 70s tem corpo e braço de mogno, laca de nitrocelulose, humbuckers 70s Tribute e estojo rígido. O ponto de atenção é o preço, perto de R$ 41 mil no Mercado Livre.
Quanto custa uma Gibson Flying V no Brasil?
Na consulta de 02/11/2026, a Flying V 70s Antique Natural aparecia por R$ 41.166 no Mercado Livre, com preço de lista de R$ 44.746. Preço e estoque mudam com frequência.
A Gibson Flying V é difícil de tocar sentado?
Exige adaptação. O corte em V não tem cintura, então o jeito é encaixar o vão do V na coxa ou usar correia mesmo sentado. Em pé, a guitarra é muito confortável.
Flying V ou Epiphone Flying V?
A Gibson usa mogno com nitrocelulose, rosewood e fabricação nos EUA. A Epiphone mantém o desenho e a escala de 628,65 mm por bem menos, com mogno e captadores ProBucker. Para a maioria dos guitarristas, a Epiphone entrega o essencial.
A Gibson Flying V serve para metal?
Serve para hard rock e metal clássico. Para metal moderno, que pede mais ganho, pedal de distorção e captadores de alta saída ajudam, e a Jackson King V costuma ser mais indicada.
A Flying V tem alavanca de tremolo?
Não. Usa ponte tune-o-matic com stop bar, fixa, o que dá afinação muito estável mas dispensa o tremolo.

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