| # | MODELO | TIPO | PREÇO VISTO | LINK |
|---|---|---|---|---|
| 1 | Phoenix ST-1 ALV SB Sunburst | Stratocaster, 3 single coil | R$ 1.779 | Ver preço → |
| 2 | Phoenix ST-1 ALV BK Preta | Stratocaster, 3 single coil | R$ 1.696 | Ver preço → |
| 3 | Phoenix LP-5 Studio Preta | Les Paul, 2 humbuckers | R$ 1.871 a R$ 2.079 | Ver preço → |
🔥 Top Picks — Qual Guitarra Phoenix Comprar
Quem é a Phoenix e o que mudou com a PHX
Você já esbarrou numa guitarra Phoenix no Mercado Livre e ficou na dúvida se a marca era séria? Essa desconfiança é normal. A Phoenix apareceu há alguns anos como uma marca de entrada, focada em quem comprava a primeira guitarra, e durante bastante tempo ficou conhecida só por isso. Hoje a empresa assina como PHX Instrumentos e tenta ser vista como algo maior do que isso, com linhas voltadas para músico amador e até profissional.
A mudança de nome explica por que você encontra a mesma guitarra Phoenix anunciada de dois jeitos. Nos anúncios, o campo marca pode aparecer como Phoenix, enquanto a descrição fala em PHX. Quando você ler uma coisa ou outra, é o mesmo instrumento. A marca investe em parcerias com licenças de entretenimento e em artistas brasileiros, o que ajuda na visibilidade, mas não resolve a pergunta que importa: a guitarra Phoenix toca bem?
Essa pergunta tem resposta curta e honesta. Toca bem para a faixa de preço, desde que você entenda o que está comprando. O resto deste guia mostra os detalhes, para você não depender de propaganda de loja. Se quiser ver onde a PHX se encaixa no mercado nacional, o ranking das melhores marcas de guitarra dá o contexto geral.
Onde a guitarra Phoenix é fabricada
A ficha dos anúncios que consultamos é clara: projeto no Brasil, fabricação na China. Isso incomoda alguns guitarristas, mas vale colocar em perspectiva. Quase toda guitarra abaixo de R$ 3 mil vendida no país é feita no exterior, seja na China, na Indonésia ou no Vietnã. Squier, Epiphone e Cort fazem assim, e a Tagima mantém a produção nacional só em parte da linha.
O que muda de uma fábrica para outra é o controle de qualidade, e é aí que mora a incerteza com a guitarra Phoenix. Como a marca ainda não tem milhares de avaliações públicas, você depende de testar o instrumento com calma quando ele chega. Numa guitarra Phoenix, os detalhes que mais variam entre exemplares costumam ser o acabamento dos trastes, a altura das cordas e o encaixe do braço no corpo.
Uma vantagem do projeto feito no Brasil é a escolha de componentes pensada para o gosto do guitarrista local, como tarraxas com trava e encordoamento 010 a 046, a medida mais comum por aqui. Para quem está começando, esse tipo de detalhe evita surpresa na hora de trocar as cordas. O guia sobre como trocar as cordas da guitarra ajuda no primeiro encordoamento.
Linhas e modelos da guitarra Phoenix
A família de guitarras da marca é maior do que parece à primeira vista. Os formatos que mais aparecem são a Stratocaster, a Telecaster, a Les Paul e uma semiacústica. Cada linha tem uma proposta de acabamento e de preço, e vale entender isso antes de clicar em comprar.
| Linha / modelo | Formato | Corpo | Preço visto (out/2026) |
|---|---|---|---|
| ST-1 ALV (Vega) | Stratocaster | Amieiro | R$ 1.696 a R$ 1.779 |
| ST-1 entrada | Stratocaster | Não informado | R$ 1.111 a R$ 1.499 |
| TL-1 ALV (Vega) | Telecaster | Amieiro | cerca de R$ 1.500 |
| Eclipse AC-1 | Semiacústica | Tília | R$ 1.749 |
| LP-5 Studio | Les Paul | Tampo de bordo flameado | R$ 1.871 a R$ 3.999 |
A linha Vega, identificada pelas letras ALV no nome do modelo, é a mais interessante da guitarra Phoenix. Segundo a imprensa especializada, ela combina corpo de amieiro, braço de bordo, escala de pau-rosa, captadores Alnico 5 e tarraxas com trava de fabricação própria. Esse conjunto costuma aparecer em guitarras bem mais caras, e foi isso que levou a marca a chamar a linha de intermediária com preço de entrada.
As Strato mais baratas, de R$ 1.100 a R$ 1.500, são a porta de entrada. Elas funcionam, mas a ficha técnica é mais enxuta e muitos anúncios não informam a madeira do corpo. Se o seu orçamento permitir, a diferença para a Vega compensa. A linha Eclipse traz a opção semiacústica de tília, e a LP-5 atende quem prefere o formato Les Paul com humbuckers.
Madeiras e construção
Madeira de guitarra gera muito debate, e a maior parte dele é exagerada. Ainda assim, a escolha do corpo e do braço pesa no conforto, no peso e na estabilidade. O amieiro, usado nas Vega, é leve, macio e tem médios equilibrados, a mesma madeira de muita Stratocaster americana. A tília, ou basswood, aparece nas linhas Eclipse e LP-5. Ela é neutra, fácil de trabalhar e comum em guitarras de entrada e de nível intermediário.
O braço é de bordo, parafusado ao corpo, na maioria dos modelos. A escala varia entre pau-rosa e louro indiano, dependendo do anúncio, e o formato do braço segue o desenho em C da Stratocaster. Uma dica: confira se o braço está reto olhando de lado, com a guitarra na horizontal. Um pequeno desvio se corrige no tensor, mas um empeno forte pede a troca do instrumento.
Na parte de ferragens, a guitarra Phoenix Strato da linha Vega usa ponte com dois pivôs, e não com seis parafusos como as Stratocaster mais caras. Na prática, o trêmulo funciona bem para vibratos leves, mas desafina se você abusar da alavanca. Quem vai tocar blues ou rock clássico não sente. Quem quer fazer dive bombs vai querer um trêmulo mais refinado.
Captadores e timbre da guitarra Phoenix
E o som, como fica? Nos modelos ST-1 ALV, a guitarra Phoenix traz três captadores single coil Alnico 5, com controle de volume, dois de tom e chave de cinco posições. É o arranjo clássico da Stratocaster, e entrega o som cristalino que todo mundo associa ao instrumento: limpo brilhante, médios abertos e uma mordida boa com um pedal de overdrive.
O ponto negativo é o clássico dos single coil: o chiado. Quando você chega perto do amplificador ou liga uma lâmpada fluorescente, o ruído aparece. Isso acontece em qualquer Strato, de qualquer marca, e a diferença em relação ao humbucker está bem explicada em single coil vs humbucker. Uma boa blindagem e um cabo de qualidade reduzem bastante o problema.
Na LP-5, a história é outra. A guitarra Phoenix Les Paul usa dois humbuckers, que dão um som mais grosso, com sustain longo e pouco chiado. Ela se sai bem em rock, hard rock e distorção mais pesada. Os captadores de fábrica de uma guitarra de entrada raramente são o ponto forte, mas servem de base e podem ser trocados depois, sem pressa.
Que estilos combinam com a guitarra Phoenix
Dá para tocar de tudo numa guitarra Phoenix? Dentro do limite de cada formato, dá. A versão Stratocaster com três single coil se sente em casa no pop, no blues, no funk e no rock clássico. O som limpo e brilhante cai bem em acompanhamento de igreja e em bandas de baile, e com um pedal de overdrive a guitarra Phoenix ganha mordida suficiente para o rock nacional dos anos 1980 e 1990.
A versão Les Paul puxa para o outro lado. Com humbuckers e ponte fixa, a guitarra Phoenix LP-5 combina com rock pesado, hard rock e blues encorpado. Em estilos que pedem muito ganho, como o metal, o ideal é pensar em captadores melhores no futuro, porque os de fábrica de qualquer guitarra de entrada tendem a embolar na distorção forte. Ainda assim, para ensaiar e tocar em casa, entregam bem.
Um detalhe que muita gente ignora: o estilo que você toca influencia mais o resultado do que a marca da guitarra. Um pedal de overdrive ou uma pedaleira simples transformam o som de qualquer instrumento de entrada, e a guitarra Phoenix responde bem a esse tipo de investimento. Se você tem dúvida sobre os formatos, o resumo dos tipos de guitarra mostra o que cada corpo oferece.
Tocabilidade, acabamento e peso
Aqui está o que mais pesa na sensação de uma guitarra Phoenix na mão. A escala da Strato é de 648 mm, a medida padrão da Fender, com cordas de tensão média e espaço confortável entre os trastes. Para quem já toca, é uma escala familiar. Para quem está começando, é a mais comum em aulas e vídeos, o que facilita o aprendizado.
O acabamento brilhante com verniz da guitarra Phoenix é bonito nas fotos, e o sunburst da ST-1 ALV SB chama atenção. Em guitarras desse nível, o ponto mais sensível está nas pontas dos trastes, que às vezes saem um pouco ásperas. Passe a palma da mão pelas laterais do braço assim que a guitarra chegar. Se sentir aresta, uma lixa fina e uma polida resolvem, ou você pede o serviço a um luthier.
Sobre o peso, a combinação de amieiro e braço de bordo resulta num peso confortável para tocar por horas. A Les Paul é mais pesada, como qualquer instrumento desse formato, e pede uma boa correia. O guia sobre como escolher a correia de guitarra ajuda a evitar dor no ombro.
A guitarra Phoenix serve para iniciantes?
Serve, e esse é o público natural da guitarra Phoenix. Uma guitarra Phoenix de entrada tem boa tocabilidade para o preço, vem em cores bonitas e usa um desenho de Strato que praticamente toda professora de guitarra conhece. O erro comum de quem começa é buscar o instrumento mais barato do mercado, e a gente explica por que isso costuma sair caro em erros ao comprar a primeira guitarra barata.
Se você é iniciante, a recomendação é dar preferência à guitarra Phoenix da linha Vega e fugir dos modelos sem especificação de madeira. O motivo é simples: a ficha técnica completa mostra que a marca assume o que entrega. Anúncio que esconde o material do corpo costuma esconder outros detalhes também. Compare sempre as três informações principais: madeira do corpo, tipo de captador e se as tarraxas têm trava.
O orçamento total também importa. Uma guitarra Phoenix de R$ 1.700 sozinha não resolve, porque você ainda precisa de amplificador, cabo, correia e palhetas. O artigo sobre quanto custa uma guitarra para iniciantes mostra a conta completa, e o guia dos melhores amplificadores de guitarra aponta onde colocar o dinheiro que sobra.
Guitarra Phoenix ou Tagima, Strinberg e Squier
Na faixa de R$ 1.100 a R$ 2.100, a guitarra Phoenix disputa espaço com marcas que já têm público fiel. A conversa muda conforme o que você valoriza. Vale olhar o que cada concorrente tem de diferente, e quem quiser se aprofundar encontra as análises da Tagima, da Strinberg e da Waldman aqui no site.
| Marca | Ponto forte | Ponto fraco |
|---|---|---|
| Phoenix / PHX | Linha Vega com alnico e tarraxas com trava por preço baixo | Poucas avaliações e revenda ainda incipiente |
| Tagima | Rede de assistência, peças e usados em abundância | Parte da linha de entrada tem ferragens simples |
| Strinberg | Preço agressivo e muitas cores | Acabamento irregular entre exemplares |
| Squier | Marca Fender e boa revenda | Preço maior para a mesma faixa de ficha técnica |
A grande vantagem das marcas mais antigas é o mercado de usados, onde o preço de referência já está formado e qualquer pessoa sabe quanto vale cada modelo. Uma Tagima ou uma Squier se revende com facilidade, enquanto a guitarra Phoenix ainda tem pouca liquidez. Isso não torna a PHX uma má escolha, só significa que você deve comprar pensando em tocar, não em revender. Para quem quer entender o que muda entre uma guitarra barata e uma de linha superior, o texto guitarra barata vs premium detalha o que o dinheiro extra compra.
Já se a ideia é um formato Les Paul, vale ler o comparativo Les Paul vs Stratocaster antes de decidir. As duas têm personalidades bem diferentes, e a escolha deve combinar com o estilo de música que você toca.
Modelos de guitarra Phoenix à venda no Brasil
Para esta seleção, olhamos o Mercado Livre em 3 de outubro de 2026 e escolhemos duas guitarras Phoenix que mostram bem a proposta da marca: uma Stratocaster da linha Vega e uma Les Paul. Os dois anúncios ainda não tinham nota de compradores, então não vamos inventar estrelas. O que vale é a ficha técnica, que comparamos com o que a marca divulga.

A ST-1 ALV SB é a guitarra Phoenix mais completa que encontramos na faixa de R$ 1.800. Reúne corpo de amieiro, braço de bordo, três single coil alnico e tarraxas com trava, itens que costumam faltar em guitarras nessa faixa. O anúncio informa encordoamento 010 a 046 e controles de um volume, dois tons e chave de cinco posições. O parcelamento aparecia em 12 vezes de R$ 148,28 sem juros.
- ✔ Amieiro e captadores Alnico 5 na faixa de R$ 1.800
- ✔ Tarraxas com trava facilitam a troca de cordas
- ✔ Escala de 648 mm, padrão Stratocaster, boa para aprender
- ✘ Sem avaliações públicas no anúncio consultado
- ✘ Trêmulo de 2 pivôs, menos estável com uso pesado da alavanca
Se o seu foco é uma Stratocaster para começar, essa é a opção que mais combina com o perfil da marca. Para entender como ela se posiciona perto de um modelo mais caro, vale ler também guitarra Fender é boa?.

A LP-5 Studio atende quem quer o formato Les Paul sem pagar o preço de uma Epiphone ou uma Gibson. O anúncio traz tampo de bordo flameado, braço de bordo, escala de pau-rosa com 22 trastes e ponte fixa, e o preço de R$ 2.079 caía para R$ 1.871 no desconto de 10%. Uma observação: o cadastro cita escala de 465 mm, valor que parece erro, já que o padrão do formato é cerca de 628 mm.
- ✔ Visual de Les Paul com tampo flameado
- ✔ Humbuckers de som grosso, pouco chiado
- ✔ Ponte fixa, sem problema de afinação do trêmulo
- ✘ Mais pesada que a Strato
- ✘ Poucas vendas até agora e sem avaliações
Quem curte o formato e quer comparar com outras marcas pode abrir o guia Les Paul Tagima ou Epiphone antes de fechar a compra.
Phoenix ST-1 ou Phoenix LP-5?
| Modelo | Preço visto | Captadores | Indicada para |
|---|---|---|---|
| ST-1 ALV SB | R$ 1.779 | 3 single coil Alnico 5 | Quem quer som limpo, blues e pop rock |
| LP-5 Studio | R$ 2.079 (R$ 1.871 no desconto) | 2 humbuckers | Quem toca rock, hard rock e distorção |
A escolha entre as duas guitarras Phoenix passa mais pelo estilo musical do que por qualidade. Se você toca música limpa, pop e blues, a Strato é a resposta natural. Se o seu repertório pede mais ganho e sustain, a Les Paul se sai melhor. As duas vendem bem para quem está montando o primeiro equipamento.
Regulagem e upgrades que valem a pena
Toda guitarra de entrada se beneficia de uma boa regulagem, e a guitarra Phoenix não é exceção. A fábrica entrega o instrumento com ajuste padrão, que raramente é o ideal para o seu jeito de tocar. Um luthier acerta altura das cordas, oitavada e tensor do braço em uma hora, e a diferença de conforto é imediata. O guia como funciona a regulagem da guitarra explica cada ajuste e ajuda você a conferir o serviço.
Na hora de comprar, vale conferir o que o Mercado Livre oferece de proteção. Os anúncios que consultamos informavam devolução grátis em até 30 dias e 90 dias de garantia de fábrica, além de frete grátis acima de um valor mínimo. Prefira o anúncio com nota fiscal e, se puder, de loja com muitas vendas. Para uma guitarra Phoenix, que ainda não tem rede grande de assistência, a política de devolução é o seu seguro principal. Teste logo na chegada e, se houver defeito, devolva dentro do prazo.
Quanto aos upgrades da guitarra Phoenix, o melhor custo-benefício está nas cordas e no cabo, e só depois nos captadores. Um jogo de cordas melhor muda o brilho e a sustentação, e o guia das melhores cordas para guitarra de iniciante traz boas opções. Os captadores só entram na conversa se você gostou do restante da guitarra e quer um timbre mais refinado, e o guia de acessórios essenciais lista o que comprar antes disso.
Outra dica prática é não comprar a guitarra com cabo e capa no mesmo carrinho sem comparar preço. Muitos kits trazem acessórios de qualidade duvidosa, e o cabo ruim é uma fonte de chiado que o iniciante atribui, por engano, à guitarra.
Vale a pena comprar uma guitarra Phoenix?
Resumindo: vale, se você escolher o modelo certo e aceitar as limitações. A guitarra Phoenix da linha Vega entrega um conjunto técnico acima da média para quem gasta menos de R$ 2 mil, com amieiro, alnico e tarraxas com trava. Já a de entrada, sem ficha completa, é uma compra mais arriscada e perde para opções com mais histórico no mercado.
Compre a guitarra Phoenix se você é iniciante exigente, quer uma segunda guitarra para ensaio ou está montando um setup econômico. Pense duas vezes se quer revender depois, se precisa de assistência técnica ao lado de casa ou se pretende tocar com muito trêmulo. Nesses casos, uma Tagima, uma Squier ou uma boa usada talvez sirva melhor. O guia guitarra usada vale a pena? ajuda nessa comparação.
Um último ponto: guitarra boa é a que fica ao seu alcance e te faz querer tocar. A guitarra Phoenix cumpre esse papel para muita gente, principalmente quando o orçamento é apertado e o objetivo é aprender com um instrumento confortável. Se depois de um ano você quiser evoluir, a guitarra Phoenix continua útil como reserva de ensaio, e isso já justifica o investimento.