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Tagima Sixmart em cima da bancada, corpo e headstock visíveis
REVIEWS TESTADO Atualizado em agosto de 2026

Review Tagima Sixmart 2026: Vale a Pena — ou Tem Opção Melhor na Faixa?

A guitarra que toca sem amplificador: quatro efeitos em knobs, entrada P2 e saída de fone. Testamos por três semanas para descobrir se isso é recurso de verdade ou só argumento de vitrine.

🔥 Preço em queda — a Sixmart está com desconto no Mercado Livre esta semana. Veja abaixo antes de fechar.
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Você já perdeu horas pesquisando guitarra, abre dez abas ao mesmo tempo e ainda fica na dúvida? A Tagima Sixmart sempre aparece nas listas — mas quase ninguém explica por que, ou quando ela não é a melhor escolha. Aqui a gente vai direto ao ponto.

Resumo Rápido — Clique e Já Veja o Preço

Se você não quer ler o artigo inteiro, essa tabela tem o essencial. Para quem quer o detalhe, os cards completos estão logo abaixo.

# Modelo Faixa de Preço Nota Ideal Para Ver Preço
1 Tagima Sixmart R$ 1.100–1.400 ★★★★½ Iniciante avançado, Rock, Blues 🔥 Ver preço →
2 Tagima TG-530 R$ 910–1.150 ★★★★★ Intermediário, Versatilidade Ver preço →
3 Strinberg STS-100 R$ 700–900 ★★★★ Primeiro instrumento, Orçamento Ver preço →
4 Yamaha Pacifica 112V R$ 690–880 ★★★★★ Nível intermediário-pro Ver preço →

Nossas Escolhas por Faixa de Preço

Antes dos detalhes técnicos: se você só quer uma recomendação direta, aqui estão as quatro opções que valem a pena em 2026. A ordem não é um ranking de qualidade — a escolha certa depende de uma pergunta só, que é se você já tem amplificador. Se tem, a TG-530 entrega mais guitarra pelo mesmo dinheiro. Se não tem, a Sixmart resolve sozinha o que as outras exigiriam mais uns R$ 500 de equipamento para resolver.

🏆 MELHOR SEM AMP
Tagima Sixmart
★★★★½ · R$ 1.100–1.400
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💎 MELHOR CUSTO-BEN.
Tagima TG-530
★★★★★ · R$ 910–1.150
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💰 MAIS ECONÔMICA
Strinberg STS-100
★★★★ · R$ 700–900
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⭐ PREMIUM · OUTRO PATAMAR
Yamaha Pacifica 112V
★★★★★ · R$ 3.450+
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Review Tagima Sixmart: O que Você Precisa Saber

close dos controles da Tagima Sixmart no escudo preto, sobre o corpo vermelho
Os controles são o que separa a Sixmart de uma strato comum — e também o que faz o escudo dela ficar tão cheio.

Quando a Tagima Sixmart chegou aqui, a primeira coisa que percebi foi o peso. Não é leve. O corpo de tília sólida bate lá pelos 3,4 kg, o que pra quem vai tocar sentado por horas não é problema — mas se você ensaia de pé com correia barata, vai sentir no ombro depois de uns 40 minutos.

O acabamento da versão Candy Apple que testamos ficou bonito, sem bolhas nem irregularidades visíveis, e o escudo preto fecha bem com o vermelho metálico. No headstock tinha uma pequena rebarbinha na lateral — nada que compromete, mas se nota ao passar o dedo. Coisa de acabamento de fábrica nessa faixa.

01
Tagima Sixmart
MELHOR SE VOCÊ NÃO TEM AMPLIFICADOR · R$ 1.100–1.400
★★★★★ 4.6 — nota do editor após 3 semanas de uso
Corpo
Tília (Basswood)
Braço
Maple, escala 648mm
Escala
Purple heart · 22 trastes · R 9.5"
Captadores
1 humbucker + 2 single coils cerâmicos
Efeitos
Delay, reverb, overdrive e distortion
Controles
Seletor 5 pos. · vol · tone · 4 knobs de efeito
Conexões
P10 · entrada aux P2 · saída de fone
Ponte
Trêmolo · nut 43mm · tarraxas diecast

O braço da Sixmart tem perfil em C — fino o suficiente para mão pequena se adaptar rápido, mas sem ser fino demais a ponto de perder conforto em acordes mais abertos. Tocando escalas no meio do braço, a sensação é fluida. Nas casas mais agudas (acima da 12ª), o acesso é OK para o corpo mas não é dos mais amplos.

A captação é HSS: dois single coils cerâmicos no braço e no meio, e um humbucker cerâmico na ponte. Na posição do braço o som é quente e arredondado, bom para blues limpo. Nas posições misturadas (2 e 4) o hum cai bastante e o timbre fica interessante para funk e indie. Já a ponte é outra conversa — o humbucker entrega saída bem mais alta e um médio encorpado, que é justamente o que segura o ganho alto sem esfarelar. Quem vinha de uma strat de três singles vai sentir a diferença logo no primeiro acorde com distorção.

Mas o que define a Sixmart não são os captadores — é o que vem embutido no corpo. Ela traz quatro efeitos controlados por knobs no próprio escudo: delay, reverb, overdrive e distortion. Não é um pedal simulado por app nem um modelador com telinha; são knobs físicos que você gira enquanto toca. Some a isso uma entrada auxiliar P2 e uma saída de fone de ouvido, e o que você tem é uma guitarra que funciona sozinha: pluga o fone, conecta o celular na P2, e ensaia em cima de uma backing track sem amplificador e sem acordar ninguém.

É aí que a conta muda de figura. Para quem mora em apartamento, divide quarto ou simplesmente não quer montar um setup, a Sixmart substitui guitarra, amp de estudo e três pedais em um objeto só. Os efeitos não competem com pedal dedicado — o delay é simples, o reverb é discreto, e a distortion tem um caráter próprio que você aceita ou não. Mas eles existem, funcionam e estão a um giro de knob de distância, o que na prática significa que você usa. Pedal guardado na caixa não faz som nenhum.

O outro lado disso é que você está pagando por esse circuito. Se o seu plano já inclui um amplificador decente e uma pedaleira, a Sixmart deixa de fazer sentido — nessa hora uma strat mais simples da própria Tagima entrega mais guitarra por real. A pergunta certa não é se os efeitos são bons, é se você vai usá-los.

✔ Prós
  • Delay, reverb, overdrive e distortion embutidos — em knobs físicos
  • Saída de fone + entrada P2: ensaia com backing track sem amp
  • Humbucker na ponte segura ganho alto sem esfarelar
  • Braço fino e confortável — fácil de tocar por horas
  • Trêmolo funcional e estável (sem sair muito do afinado)
✘ Contras
  • Você paga pelo circuito de efeitos — quem já tem pedaleira leva guitarra a menos por real
  • Os efeitos não substituem pedal dedicado: delay simples, reverb discreto
  • Chega com ação alta de fábrica na maioria dos exemplares
  • Só duas cores: Candy Apple e Metallic Deep Silver
  • Cordas de fábrica são fracas — troque logo ao receber

Como Ela Soa de Verdade?

detalhe da Tagima Sixmart: dois humbuckers, single coil no meio e a ponte com trêmolo
A captação da Sixmart de perto: humbucker na ponte e no braço, single coil no meio. É essa combinação que dá a ela mais de um timbre.

Passei a primeira semana testando só com som limpo num amplificador de 15W. No canal do braço, a Sixmart soa quente e equilibrada — dá pra tocar desde blues tranquilo até inversões de acordes jazzísticos sem os agudos incomodarem. Essa é a posição onde ela brilha.

Adicionei overdrive leve (um TS-style pedal) e ficou muito bom para rock clássico. Riffs de Led Zeppelin, AC/DC — funciona. O problema aparece quando você empurra o ganho acima de uns 70%: a posição do bridge começa a ficar sibilante. Precisei cortar um pouco de presença no amp para ficar confortável.

⚠️
Atenção se você toca metal: o humbucker da ponte dá conta de hard rock e metal clássico sem sustos. Para metal moderno de afinação baixa, o limite não é o captador, é a ponte trêmolo — ela desafina quando você força. Nesse caso olha a nossa lista de guitarras com humbuckers e ponte fixa.

Vem Regulada de Fábrica? (Resposta Direta)

Das três unidades que tivemos em mãos ao longo dos últimos meses, duas chegaram com ação alta — a corda na 12ª casa ficava uns 3mm acima do fundo da escala, o que cansa a mão. A terceira veio aceitável, quase pronta pra tocar.

Isso não é exclusividade da Tagima. Quase toda guitarra nessa faixa precisa de regulagem. O que você faz: leva num luthier de confiança, pede uma regulagem básica de ação e oitavas, paga em torno de R$ 80–120, e a guitarra fica completamente outra. Se você está comprando sua primeira guitarra, já conta esse valor no orçamento.

💡
Dica prática: Quando a guitarra chegar, troque as cordas antes de levar ao luthier. As que vêm de fábrica geralmente são muito fracas. Cordas Elixir ou D'Addario calibre .010 já fazem diferença imediata.
💰 MELHOR PREÇO AGORA

A Tagima Sixmart está com preço baixo no Mercado Livre esta semana. Confira antes de subir.

Sixmart vs Concorrentes: Quando Vale Gastar Mais?

Aqui vem a surpresa: a TG-530 é a mais barata das duas. Muita gente assume o contrário, porque a Sixmart parece a versão "simples" — mas é ela que carrega o circuito de efeitos, e isso custa. Na prática você economiza uns R$ 200 indo de TG-530. Vale a pena? Testei as duas lado a lado por uma tarde e tenho uma opinião bem formada sobre isso.

02
Tagima TG-530
MELHOR CUSTO-BENEFÍCIO · R$ 910–1.150
★★★★★ 4.8 — nota do editor

O braço da TG-530 é visivelmente mais fino que o da Sixmart — para quem tem mão pequena, isso muda muita coisa na hora de pegar acordes de barra. Mas tem um ponto que ninguém fala: a ação de fábrica da TG-530 costuma vir ainda mais alta. Dois dos três exemplares que testamos chegaram com ação beirando os 4mm na 12ª casa. Regulagem obrigatória.

Em compensação, o resultado depois da regulagem é notável. O som da bridge humbucker (na versão HSS) tem mais corpo, aguentando gain mais alto sem ficar sibilante — exatamente o que falta na Sixmart. Se você já sabe que vai tocar rock mais pesado, essa diferença de R$ 300 pode valer.

✔ Prós
  • Braço mais fino — excelente para mãos menores
  • Versão HSS aguenta bem mais ganho
  • Melhor resposta dinâmica nos captadores
  • Ótima relação qualidade × preço após regulagem
✘ Contras
  • Ação de fábrica costuma ser ainda mais alta que a Sixmart
  • Não tem efeitos, P2 nem saída de fone — depende de amplificador
03
Strinberg STS-100
OPÇÃO ECONÔMICA · R$ 700–900
★★★★ 4.1 — nota do editor

A STS-100 é o argumento do "não preciso gastar mais que R$ 900". E honestamente, para quem está comprando a primeira guitarra e não tem certeza se vai continuar tocando, esse argumento é válido. O som é menos refinado, os captadores têm menos definição — mas toca, afina razoavelmente bem e não vai frustrar alguém que ainda está aprendendo acordes abertos.

Como fizemos na review completa da STS-100, o ponto fraco é a madeira do braço: fica um pouco pegajosa em dias quentes, o que atrapalha bastante nas posições mais altas. A minha mão suou bastante numa tarde de ensaio. Quem prefere acabamento fosco vai sofrer menos.

✔ Prós
  • Preço acessível — menor risco para iniciantes
  • Afina relativamente bem e mantém
  • Boa para aprender sem comprometer muito o bolso
✘ Contras
  • Braço fica pegajoso no calor — acaba irritando
  • Captadores sem muita definição no agudo
  • Vale pouco na revenda se quiser trocar depois
🎸 Não sabe qual escolher? Deixa a gente resolver.

Até R$ 900 → Strinberg STS-100 cumpre o papel.
Até R$ 1.150 → Tagima TG-530 é mais guitarra pelo mesmo dinheiro.
Até R$ 1.400 → Tagima Sixmart, se você quer os efeitos embutidos.

04
Yamaha Pacifica 112V
PREMIUM · SÓ SE O ORÇAMENTO FOR OUTRO
★★★★★ 4.9 — nota do editor

A Pacifica 112V é a comparação mais honesta, porque as duas são HSS. A diferença está no coil-tap: na Pacifica você abre o humbucker da ponte e tira timbre de single coil dele, coisa que a Sixmart não faz. Como guitarra pura, a Pacifica leva — braço mais bem acabado, hardware um degrau acima. A Sixmart devolve o jogo em outro terreno: a Pacifica precisa de amplificador para produzir som, a Sixmart não. Se o seu problema é tocar às onze da noite sem incomodar ninguém, essa diferença vale mais que o coil-tap.

O problema é o preço, e ele é maior do que parece. A 112V está hoje na casa dos R$ 3.700 — quase o triplo da Sixmart. Não é "a próxima faixa", é outro campeonato. Se o orçamento permite, é a guitarra que você vai usar por anos sem querer trocar. Se não permite, a Sixmart cumpre bem o papel até você juntar a diferença — e são muitos meses de diferença.

Um alerta na hora de comprar: a busca por "Pacifica 112" no Mercado Livre devolve principalmente a 112J, que sai por R$ 1.100–1.400 e é fácil de confundir com a 112V. Não são a mesma guitarra. A 112J não tem o coil-tap, que é justamente o motivo de alguém escolher a 112V. Confira a letra no fim do nome antes de fechar o pedido.

✔ Prós
  • Humbucker coil-tap — versatilidade real de timbre
  • Acabamento impecável — braço tratado, sem rebarbas
  • Vem bem regulada de fábrica — tocável do zero
  • Vai durar anos sem precisar de upgrade
✘ Contras
  • R$ 3.450+ — quase o triplo da Sixmart
  • Peso levemente alto para o corpo (mesma família da Sixmart)
🎸
Qual eu compraria hoje?
Depende do quanto tenho no bolso — e de uma pergunta antes do preço: você já tem amplificador? Com até R$ 900, ia de Strinberg STS-100 sem pestanejar, é o suficiente pra começar. Na faixa de R$ 1.150, a TG-530 é mais guitarra pelo mesmo dinheiro: braço mais fino, hardware equivalente, e sobra troco. Já os R$ 1.250 da Sixmart só se justificam se você não tem amp e não quer montar setup — aí os efeitos, o P2 e a saída de fone resolvem sozinhos o que exigiria mais uns R$ 500 em equipamento. A Pacifica 112V é incrível, mas só faz sentido se você já tem certeza que vai continuar tocando por muito tempo.

Perguntas Frequentes

A Tagima Sixmart é boa para iniciantes?
Sim, e por um motivo específico: com a saída de fone e a entrada P2, ela toca sozinha. O iniciante que compra uma guitarra comum descobre depois que precisa de amplificador e cabo antes de ouvir qualquer coisa — aqui não. O braço fino facilita a pegada e a captação HSS cobre do limpo ao distorcido. Só preveja o custo da regulagem no orçamento.
Quanto custa a Tagima Sixmart?
No Mercado Livre a Sixmart sai entre R$ 1.100 e R$ 1.400, com a maioria dos anúncios concentrada perto de R$ 1.250. O Mercado Livre costuma ter boas opções de vendedores com nota alta, frete rápido e parcelamento sem juros.
A Tagima Sixmart precisa de regulagem ao chegar?
A maioria dos exemplares que testamos chegou com ação um pouco alta de fábrica — algo comum nessa faixa de preço. Uma regulagem básica no luthier (R$ 80–120) já resolve completamente. Faça isso antes de desistir da guitarra se ela parecer difícil de tocar.
Sixmart ou TG-530: qual comprar?
Se o critério for guitarra pura, vá de TG-530 — ela é mais barata, tem braço mais fino e ainda sobra troco. A Sixmart custa uns R$ 200 a mais e cobra isso pelo circuito de efeitos: só vale se você for usar o P2 e a saída de fone. Quem já tem amplificador e pedal está pagando por algo que não vai ligar.
Tagima Sixmart serve para tocar metal?
Funciona bem para hard rock e metal clássico — o humbucker da ponte foi feito para isso e aguenta ganho alto sem esfarelar. O limite aparece em metal moderno de afinação baixa, e o culpado não é o captador: é a ponte trêmolo, que desafina quando você força a pegada. Nesse caso vale procurar uma guitarra com ponte fixa.
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