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Tagima Jazz-1900 guitarra archtop hollow-body nacional cor Natural
REVIEWS TESTADO Setembro 2026 · 14 min de leitura

Tagima Jazz-1900: Review Completo — Vale a Pena em 2026?

A archtop hollow-body da Tagima — tampo em flamed maple, cordal trapézio, ponte flutuante e visual de jazz clube de verdade. Specs reais, som, e um comparativo direto com a Ekosonic, a outra guitarra da linha Jazz N Blue que já testamos.

🔥 Preço variando bastante entre vendedores — compare antes de fechar, a diferença pode passar de R$ 500.
Veredicto rápido: Sim, a Jazz-1900 vale a pena em 2026 — é a archtop hollow-body mais fiel ao formato clássico de jazz que a Tagima fabrica. Tampo em flamed maple, corpo e braço em maple, escala com 22 trastes, dois humbuckers alnico com cover metálico, ponte flutuante e cordal trapézio. Vem com case incluso de fábrica — mesmo padrão da Ekosonic, a outra guitarra dessa linha.

Comparativo rápido: Jazz-1900 vs a outra guitarra da linha Jazz N Blue

Não quer ler o artigo inteiro? Essa tabela resolve. Clique direto no preço da que te interessar — os detalhes completos estão logo abaixo, se quiser se aprofundar antes de decidir.

# Modelo Preço Corpo / Ponte Diferencial Ver preço
1 Tagima Jazz-1900 R$ 3.400–4.400 Archtop oco / Ponte flutuante Formato jazz clássico, case incluso Ver preço →
2 Tagima Ekosonic R$ 3.800–4.800 Semi-oco / Tune-O-Matic fixa Mais versátil com ganho Ver preço →
3 Strinberg SHS-300 R$ 2.000–2.500 Basswood escavado / Set neck Mais em conta, formato ES-335 Ver preço →
4 Epiphone ES-335 R$ 6.000–8.000 Maple laminado / Set neck Referência internacional semi-hollow Ver review →

Para quem cada archtop/semi-acústica faz sentido

Corpo oco de verdade ou semi-oco com ponte fixa — a escolha depende de que tipo de música você toca com mais frequência.

🏆 ARCHTOP JAZZ CLÁSSICA
Tagima Jazz-1900
★★★★½ · R$ 3.400–4.400
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⚡ MAIS VERSÁTIL COM GANHO
Tagima Ekosonic
★★★★½ · R$ 3.800–4.800
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💰 MAIS EM CONTA
Strinberg SHS-300
★★★★½ · R$ 2.000–2.500
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⭐ SALTO DE QUALIDADE
Epiphone ES-335
★★★★★ · R$ 6.000–8.000
📖 Ver review

Review Tagima Jazz-1900: o que você precisa saber

Você já viu aquelas guitarras de capa de disco de jazz antigo, com corpo grande, curva única (Florentine cutaway) e cordal em formato de harpa? A Jazz-1900 é exatamente isso — um design que não tenta ser moderno, e não precisa: o formato archtop clássico já vende sozinho pra quem procura esse visual.

Quando peguei a Jazz-1900 pela primeira vez, o que mais chamou atenção foi o peso — bem mais leve que uma guitarra de corpo sólido, já que é totalmente oca por dentro. Isso é ótimo pra tocar sentado por horas, mas também significa que ela reage diferente: qualquer batida no corpo ressoa, e o volume acústico sem amplificação já é considerável.

01
Tagima Jazz-1900
ARCHTOP HOLLOW-BODY · CASE INCLUSO · TAMPO FLAMED MAPLE
★★★★½ 4.5 — nota do editor após testes em bancada
MARCA
Tagima (brasileira, fundada 1986)
LINHA
Jazz N Blue Series
CORPO
Maple, tampo flamed maple, totalmente oco (archtop) com f-holes
BRAÇO
Maple, shape C
ESCALA
Technical wood · 22 trastes · 24.75" · raio 12"
NUT
Osso · 43mm
CAPTADORES
2x Humbucker Alnico com cover metálico by Tagima
CONTROLES
2 volume + 2 tone + chave 3 posições
PONTE
Archtop flutuante em madeira + cordal trapézio
ACOMPANHA
Case rígido incluso
CANHOTO
Não disponível
CORES
Natural, Vintage Sunburst
PREÇO MÉD. ML
R$ 3.400–4.400
✔ Prós
  • ✓ Case rígido incluso — economia real sobre comprar separado
  • ✓ Tampo flamed maple com visual sofisticado
  • ✓ Corpo totalmente oco — leve e confortável pra sessões longas
  • ✓ Circuito completo (2V, 2T) — mais controle de mixagem entre captadores
  • ✓ Nut de osso, melhor transmissão de vibração que plástico
  • ✓ Visual clássico de archtop, raro em guitarra nacional nessa faixa
✘ Contras
  • ✗ Mais sujeita a feedback que a Ekosonic — corpo totalmente oco
  • ✗ Ponte flutuante exige mais atenção na regulagem
  • ✗ Corpo grande, pode incomodar quem tem estrutura menor
  • ✗ Não é a escolha certa pra rock com ganho alto

Construção: archtop totalmente oca, tampo flamed maple

corpo da Tagima Jazz-1900 mostrando o tampo flamed maple e os f-holes em ângulo
Corpo archtop totalmente oco — diferente do semi-oco da Ekosonic, aqui não há bloco central de madeira sólida sob as cordas.

Corpo em Maple, tampo flamed maple — diferente da Ekosonic, que é semi-oca com bloco central sólido, a Jazz-1900 é uma archtop de verdade: totalmente oca por dentro, sem bloco de sustentação. É a construção clássica das guitarras de jazz das décadas de 1940-60, priorizando ressonância acústica sobre sustain elétrico.

Braço em Maple, shape C — perfil mais arredondado e confortável, comum em guitarras voltadas pra acordes com muitas notas, típicos do jazz.

Escala Technical wood com 22 trastes, raio 12" (mais plano que o padrão Fender de 9.5") e nut de osso de 43mm — largura generosa que facilita voicings de jazz com o polegar.

⚠️
Sobre feedback (microfonia): por ser totalmente oca, a Jazz-1900 é mais suscetível a feedback do que a Ekosonic (semi-oca) ou qualquer guitarra de corpo sólido. Em volume moderado, jazz limpo e blues, não é problema. Com ganho alto e volume de show, o risco é real — não é o instrumento certo pra esse cenário.
🎸 TAGIMA JAZZ-1900 · ARCHTOP COM CASE INCLUSO

Tampo flamed maple, corpo totalmente oco, cordal trapézio, ponte flutuante. Vem com case rígido de fábrica.

Como soa a Jazz-1900

detalhe dos dois captadores humbucker alnico da Tagima Jazz-1900 e o cordal trapézio
Dois humbuckers alnico com cover metálico — mais suaves e "vintage" que os captadores expostos da Ekosonic, combinando com a proposta acústica da archtop.

Você já notou como uma archtop soa "encorpada" mesmo sem plugar? A Jazz-1900 confirma isso com folga — desconectada, ela já tem volume e projeção suficientes pra ensaio informal. Ligada, o caráter muda: fica mais redondo, quente, sem as frequências agudas cortantes de uma guitarra sólida.

Captador do braço (neck): encorpado e quente, com os graves realçados típicos do formato archtop. É o som clássico de jazz limpo — pense em acordes com sétima estendida soando cheios sem embolar.

Captador da ponte (bridge): mais definido, mas ainda suave comparado a captadores modernos. Funciona bem pra blues e passagens melódicas, sem a agressividade que um humbucker de corpo sólido entregaria.

Comparada com a Ekosonic, que já detalhamos em review própria, a Jazz-1900 tem um caráter acústico bem mais presente — faz sentido, já que o corpo é totalmente oco. Se seu uso é 90% jazz e blues limpo, a Jazz-1900 entrega mais autenticidade. Se você também quer usar ganho e rock clássico de vez em quando, a Ekosonic lida melhor com essa versatilidade.

Hardware: ponte flutuante, cordal trapézio e o case incluso

Tagima Jazz-1900 completa mostrando o corpo archtop, ponte flutuante e cordal trapézio
Ponte flutuante em madeira, não fixada ao tampo — pressionada pela tensão das cordas e ajustável em altura, exige regulagem mais cuidadosa que uma ponte fixa.

A ponte flutuante em madeira não é parafusada no corpo — fica presa no lugar pela tensão das cordas, apoiada sobre o tampo. Isso é diferente de tudo que já vimos nas outras guitarras Tagima revisadas: exige atenção na primeira regulagem (a ponte pode deslizar de posição ao trocar cordas), mas em compensação transmite vibração de forma mais direta ao tampo, o que ajuda na resposta acústica.

O cordal trapézio segura as cordas na extremidade do corpo, sem tocar diretamente no tampo — outra característica clássica de archtop que contribui pro caráter sonoro mais aberto e ressonante.

O case rígido incluso segue o mesmo padrão da Ekosonic — item que normalmente custaria R$ 400–800 à parte, e aqui já vem no pacote.

Jazz-1900 vs concorrentes: comparativo honesto

Jazz-1900 vs Tagima Ekosonic: as duas são da mesma linha Jazz N Blue, mas propostas diferentes. A Ekosonic é semi-oca, com ponte fixa Tune-O-Matic — mais estável e versátil, lida melhor com ganho. A Jazz-1900 é archtop totalmente oca, com ponte flutuante — mais autêntica pro som de jazz clássico, mas mais delicada e sujeita a feedback. Se você não sabe qual escolher, pense no estilo: jazz/blues tradicional vai de Jazz-1900; algo mais versátil que também aguenta rock vai de Ekosonic.

Jazz-1900 vs Strinberg SHS-300: formatos parecidos na aparência (double cutaway com f-holes), mas construção bem diferente. A SHS-300 é semi-oca com braço colado e ponte fixa — muito mais em conta e mais versátil no dia a dia. A Jazz-1900 é archtop de verdade, focada em jazz, com preço mais alto mas construção mais tradicional. Fizemos um comparativo completo entre as duas, lado a lado.

Jazz-1900 vs Epiphone ES-335: a Epiphone é semi-hollow (não archtop total), com braço colado e reputação consolidada internacionalmente — mas custa bem mais. Veja mais na review Epiphone. São propostas de construção diferentes: se você quer especificamente o som e o visual archtop, a Jazz-1900 é a opção nacional mais fiel a esse formato.

⚡ COMPARE ANTES DE COMPRAR

Confira o preço atual da Jazz-1900 no Mercado Livre. A diferença entre vendedores pode passar de R$ 500.

Archtop totalmente oca: o que muda em relação a uma guitarra comum

A Jazz-1900 não é uma guitarra elétrica convencional. Ela é uma archtop hollow-body, com corpo totalmente oco e tampo arqueado, e isso muda o som, o peso e o jeito de tocar.

Som acústico considerável: por ser totalmente oca, o corpo ressoa e produz um volume acústico relevante mesmo sem amplificação. Você ouve o instrumento vibrando, o que ajuda no estudo silencioso e dá um caráter "vivo" ao timbre.

Timbre quente e redondo: os humbuckers alnico com cover metálico, combinados com o corpo oco, entregam um som encorpado e macio, com médios arredondados e agudos suaves. É o timbre clássico do jazz.

Peso leve: o corpo oco pesa bem menos do que o de uma guitarra maciça. É confortável para tocar sentado por horas, que é como o formato costuma ser usado.

Formato Florentine cutaway: a curva única facilita o acesso às casas mais agudas, apesar do corpo grande.

Escala de 24,75" e raio de 12": a escala mais curta deixa as cordas mais frouxas e o toque macio, e o raio mais plano ajuda em acordes e passagens rápidas.

Para entender melhor os formatos de guitarra, veja tipos de guitarra: o guia completo de formatos e modelos.

Ponte flutuante: como trocar as cordas sem desregular a guitarra

A ponte flutuante é o ponto que mais surpreende quem vem de guitarras com ponte fixa. Ela não é parafusada ao corpo: fica apoiada no tampo, presa apenas pela pressão das cordas. Isso exige alguns cuidados.

Uma corda por vez: na hora de trocar, troque as cordas uma a uma. Se você tirar todas de uma vez, a ponte pode se mover, e a intonação vai para o espaço.

Marque a posição: antes de trocar as cordas, marque a posição da ponte com uma fita adesiva ou um lápis suave no tampo. Se ela sair do lugar, é só reposicionar.

Intonação: se a afinação na 12ª casa destoar, a ponte pode estar fora do ponto. Um técnico faz esse ajuste sem demora.

Cordal trapézio: o cordal em formato de harpa prende as cordas na parte de baixo do corpo. Vale conferir se está firme e sem folga.

Para entender o processo de regulagem, veja como funciona a regulagem da guitarra.

Microfonia: como evitar o apito em guitarra totalmente oca

O ponto de atenção de qualquer guitarra oca é a microfonia. Com volume alto e muito ganho, o corpo vibra junto com o alto-falante e gera aquele apito que cresce.

Volume e ganho moderados: a Jazz-1900 brilha com sons limpos e com overdrive leve. Com distorção pesada em volume de palco, a microfonia aparece.

Posição no palco: evite ficar de frente para o amplificador. Colocar o amp de lado ou atrás de você reduz a realimentação.

Ajuste o tom: reduzir agudos e presença no amplificador ajuda a controlar o apito. Com os controles de volume e tom individuais, você pode moldar o timbre com precisão.

Para mais ganho: se você toca rock em volume alto, uma semi-oca com ponte fixa, como a Ekosonic da mesma linha, é mais adequada. Veja a review da Tagima Ekosonic.

Estilos musicais: onde a Jazz-1900 rende mais

Jazz e bossa nova: é o território natural. O timbre redondo e quente, com sons limpos, acompanha acordes com extensões e linhas melódicas.

Blues: o captador do braço com um pouco de overdrive entrega um som macio e expressivo. A resposta dinâmica dos alnico ajuda nas nuances.

MPB e samba-jazz: funciona muito bem para acompanhamento e solos com som limpo e cheio.

Pop e soul: serve bem para timbres quentes e suaves. Para timbres mais brilhantes, uma strato costuma ser mais versátil.

Rock pesado e metal: não é o foco. O corpo oco gera microfonia com muito ganho, e para esse perfil uma guitarra maciça é mais natural. Para entender a diferença entre captadores, veja single coil vs humbucker.

Como configurar a Jazz-1900 depois da compra

Cordas: no jazz, é comum usar cordas de calibre mais grosso e de tipo mais macio ao toque, como as flatwound, que reduzem o ruído de dedo e dão um timbre mais redondo. Se você quer o timbre clássico, vale conversar com o luthier. Cordas frescas fazem diferença imediata no brilho e na afinação.

Altura das cordas: como referência geral, algo entre 1,6 e 2,2 mm na 12ª casa costuma ser confortável em archtops. O ajuste na ponte flutuante é feito pelas rodas laterais.

Altura dos captadores: aproximar o captador dá mais força, mas em corpo oco também dá mais realimentação. Um parafuso de cada lado regula a altura; a chave de fenda pequena resolve.

Umidade: instrumentos totalmente ocos são mais sensíveis a mudanças de umidade e temperatura. Guarde a guitarra no case incluso, longe de sol direto e ar-condicionado.

Erros de compra com a Jazz-1900

Comprar para rock pesado: o corpo oco e a ponte flutuante não combinam com muito ganho e volume alto.

Trocar todas as cordas de uma vez: a ponte flutuante pode se mover. Troque uma corda por vez e marque a posição.

Não usar o case: o case rígido incluso protege a guitarra do transporte e das mudanças de umidade. Vale usá-lo sempre.

Não comparar alternativas: a Strinberg SHS-300 é uma semi-oca mais barata. Veja a review da SHS-300 antes de decidir.

O que conferir na sua Tagima Jazz-1900 ao abrir a caixa

A ponte flutuante: ela deve estar assentada e reta em relação ao braço. Tire uma foto assim que abrir a caixa, para ter referência da posição original.

O cordal trapézio: confira se os parafusos de fixação estão firmes e se as cordas passam sem ranhuras que cortem.

Os f-holes e as bordas do tampo: em archtop oca, rachaduras nessas regiões são o defeito mais sério. Examine com uma lanterna.

O case rígido: teste as travas e veja se o interior está limpo e acolchoado.

Prós e contras — resumo final

✔ Prós
  • ✓ Case rígido incluso — economia real sobre comprar separado
  • ✓ Tampo flamed maple com visual sofisticado
  • ✓ Formato archtop clássico, autêntico pra jazz
  • ✓ Circuito completo (2V, 2T) — mais controle de mixagem
  • ✓ Corpo leve, confortável pra sessões longas sentado
  • ✓ Excelente pra jazz, blues e MPB
✘ Contras
  • ✗ Mais sujeita a feedback que uma semi-acústica
  • ✗ Ponte flutuante exige regulagem mais cuidadosa
  • ✗ Não recomendada pra rock com ganho alto
  • ✗ Corpo grande, pode incomodar quem tem estrutura menor

Para quem a Jazz-1900 faz sentido

Compre a Jazz-1900 se: você toca jazz, blues tradicional ou MPB e quer o formato archtop clássico com autenticidade sonora. Se você valoriza o visual e a resposta acústica de uma guitarra totalmente oca. Se o case incluso e um circuito mais completo (2V, 2T) fazem diferença pro seu uso.

Não compre se: seu repertório inclui rock com ganho alto ou distorção pesada — o risco de feedback torna a experiência frustrante nesse cenário; a Ekosonic lida muito melhor com isso. Também não é ideal se você prefere não lidar com a manutenção extra de uma ponte flutuante.

A Jazz-1900 preenche um nicho que praticamente não existia em guitarra nacional acessível: uma archtop de verdade, com tampo flamed maple e case incluso, num preço bem abaixo de importadas equivalentes. Não é pra todo mundo — mas pra quem busca especificamente esse som e esse formato, é provavelmente a melhor opção nacional disponível hoje.

🎸
Qual eu compraria hoje?
Se meu repertório fosse majoritariamente jazz e blues limpo, ia de Jazz-1900 sem pensar duas vezes — o formato archtop entrega uma resposta acústica que nenhuma semi-acústica replica de verdade. Mas se eu quisesse uma guitarra única pra tocar de tudo, incluindo rock com ganho, a Ekosonic ainda seria minha escolha — a ponte fixa e o corpo semi-oco dão uma versatilidade que a Jazz-1900 não tem. As duas com case incluso ajudam a justificar o investimento de qualquer lado que você escolher.
🛒 PRONTO PARA COMPRAR?

Veja o preço atual da Tagima Jazz-1900 no Mercado Livre. Preços oscilam bastante entre vendedores — vale comparar antes de fechar.


Perguntas Frequentes

A Tagima Jazz-1900 é boa?
Sim. É a archtop hollow-body da Tagima, com tampo em flamed maple, corpo e braço em maple, escala com 22 trastes, dois humbuckers alnico com cover metálico e ponte flutuante com cordal trapézio. Chega com case incluso e é voltada pra jazz, blues e MPB.
Qual a diferença entre a Jazz-1900 e a Ekosonic?
As duas são da linha Jazz N Blue da Tagima, mas construções diferentes. A Jazz-1900 é uma archtop totalmente oca (hollow-body), com ponte flutuante e cordal trapézio — formato clássico de jazz. A Ekosonic é semi-oca (semi-hollow), com ponte fixa Tune-O-Matic — mais versátil pra rock e blues com ganho.
A Jazz-1900 sofre com feedback (microfonia) em volume alto?
Sim, mais do que uma semi-acústica — é uma archtop totalmente oca, então o risco de feedback com ganho alto é maior. Pra jazz limpo, blues e uso em estúdio não costuma ser problema; pra rock com distorção pesada, não é a guitarra certa.
Quanto custa a Tagima Jazz-1900?
No Mercado Livre, o preço costuma ficar entre R$ 3.400 e R$ 4.400, já com o case incluso. O preço de tabela nas lojas físicas varia de R$ 4.000 a R$ 5.200 dependendo da cor.
A Jazz-1900 tem versão para canhoto?
Não encontramos versão canhoto em catálogo para este modelo.

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